Todos nós temos ou já tivemos algum amigo “engraçadinho“,
daqueles que ficam fazendo piadas e nos fazendo rir em momentos inoportunos,
como por exemplo dentro da sala de aula ou no meio de um filme.

E essa é uma “fama” que pega rápido, caracterizando e estimulando ainda mais a pessoa,
porque é sabido que a alegria é contagiosa.
Obviamente, portanto, isso é bom e saudável.

Até certo ponto, porque há casos que se tornam clínicos.

Vejamos sob o próximo título:

Um show de Preconceitos

Imagine um contexto em que um individuo se prende num esteriótipo e não consegue sair dele ou é rotulado.
E por esse motivo até mesmo sofre algum preconceito sendo prejulgado,
como se fosse certamente fazer algo que ainda não fez
e que poderia vir a ser indesejado ou mal visto em um determinado lugar.

Não o convidem para o cinema, por favor!

Ideias como a de que pessoas com esse perfil “pensam apenas besteira”
e que isso fariam delas pessoas menos inteligentes é errônea.
Alguém mais “sério” não necessariamente é mais sábio.

Inclusive, no mundo do preconceito encontramos todos os extremos,
desde o mais alegre até o mais calado.

Eu mesmo já vi amigos sendo chamados de “tapados“. Que isso, minha gente?
E o direito do indivíduo se manter em silêncio, não estaria reservado?
E que dizer daquela expressão : “sangue de barata”?

Outro exemplo de preconceito contra pessoas “mais alegres” seria contra os “gordinhos”.
Lembra daquela velha ideia de que “todo gordinho é engraçado ” ?

Pode parecer uma associação inocente a uma primeira vista, mas nesse contexto rotulamos um indivíduo duas vezes, primeiro como “gordinho”, o que constitui bullying na maioria das vezes, e “alegres“, podendo levar a pessoa a uma situação de submissão, como se sua única função pudesse ser a de distrair os outros. Na realidade, ninguém é feliz o tempo inteiro, e isso deve ser respeitado.
Esse tipo de problema é mais comum quando somos jovens, podendo se tornar um problema mais grave na escola,
fase em que o cérebro ainda está em desenvolvimento no corpo dos adolescentes.

Devemos lembrar, em casos como esse, de bullying , devemos  denunciar sempre.

O que acontece segundo cientistas e psicólogos é que quando uma pessoa encontra-se menos segura de si mesma
tendência a fazer coisas dentro de um grupo de modo a ser aceita.
Podemos citar como exemplo alguém que tem um comportamento fora dos seus padrões
e que são impostos por outros
e o próprio fato de alguém forçar ser engraçado, algo muitas vezes instintivo e que a própria pessoa
não percebe o motivo, que seria a aceitação e inclusão social.

Vale lembrar que cada caso é um caso, e que muitos de nós somos simplesmente alegres,
o que é normal e deve certamente ser estimulado,
apenas ressaltamos acima alguns tipos de casos que requerem atenção.
Portanto, se esse for o seu caso,
se se sentir preso em um rótulo ao ponto de serem gerados problemas ou sofrer bullying,
em qualquer idade, procure ajuda. Pode ser de um parente, um amigo ou psicólogo.

O bullying não tem idade, sendo mais comum em redes sociais e na escola, mas também está presente no ambiente de trabalho,
ou seja, na fase adulta, normalmente caracterizado como assédio moral no caso de vir de uma única pessoa.

Ser divertido é legal

 

Agora vejamos casos em que usamos essa característica de ser engraçado e conseguimos obter vantagens positivas:

  • quando estamos tristes;
  • quando ser engraçado se torna sinônimo de alegria;
  • quando adquire-se o status de extrovertido;
  • ou usamos para “quebrar o gelo”;
  • para puxar assunto;
  • escapar de momentos constrangedores;
  • para conquistar alguém.

Pesquisas revelam que homens que fazem as mulheres rirem tem mais chances de elevar
a relação para um próximo nível de entendimento. A fonte? As próprias mulheres.

Mas tome cuidado para não cair na “Zona da amizade“, senão todo o investimento se perde.

Conclusão

Então, ser engraçado demais é algo ruim?

É claro que tudo que é demais faz mal e se torna cansativo,
mas aqui vem a resposta “matadora”:

Segundo cientistas pessoas mais alegre tem o QI mais alto,
pois a alegria é sinônimo de endorfina e criatividade,
nos torna felizes e mais dispostos a pensar e propicia o raciocínio rápido.

Quem nunca ouviu a frase:
“Estou precisando descontrair para me livrar do stress“?

Aliás, empregadores, saibam que “funcionários alegres produzem mais“.

Na vida é importante lembrar que nem sempre podemos controlar tudo
e diante de algo inoportuno devemos nos manter positivos ao invés de se lamentar.
Já dizia aquela velho ditado que todos nós bem sabemos:
“Rir é o melhor remédio”

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